Paris – L’Atelier de Joel Robuchon

Saímos do Arco, pegamos o Open Tour e descemos em St. Germain. Eu tinha feito as reservas por e-mail para o L’Atelier de Joel Robuchon, chef badalado e com 2 estrelas no Guia Michelin, recomendadíssimo pela Lina do Conexão Paris.

 

Como o sistema do L’Atelier é mais informal, os preços são mais “acessíveis”. Eu recomendo muito, foi a nossa melhor refeição, não só pelos sabores, mas pela apresentação, pelo lugar, as pessoas que conhecemos lá.

Vamos aos pratos.

A entrada – LA LANGOUSTINE – en papillotes croustillantes au basilic

Prato principal: LA CAILLE – au foie gras et caramélisée avec une pomme purée truffée

Sobremesa 1 – LA CHARTREUSE – en soufflé chaud avec une crème glacée à la pistache

Sobremesa 2 – LES TARTES – de tradition assorties

MMMMMMMMMM

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6 Respostas to “Paris – L’Atelier de Joel Robuchon”

  1. Fernanda Says:

    Fran lindo, mas prefiro minha parte um pouco mais nordestina..ou quem sabe chilena ou qq outra coisa… kkkkkkkkkkkkkkkk
    vc é chiqueeeeeeeeeeeee

  2. Paulo Says:

    Fernando,
    Fiquei querendo saber mais sobre sua experiência: quanto vc gastou nessa refeição? Existe algum dress code para entrar no restaurante?
    Agradeço muito.
    Paulo Vasconcelos.

    • todososcaminhos Says:

      Paulo,
      Nós almoçamos no L’Atelier e fizemos isso no meio de um dia atarefado, ou seja, estávamos de tenis, jeans, mochila, tranquilíssimo. À noite talvez o visual seja mais caprichado, principalmente fora do verão. O L’Atelier é o mais informal dos restaurantes de Robuchon, o La Table é bem mais “arrumadinho”. Nós gastamos 70 euros por pessoa: entrada, prato, sobremesa e vinho. Havia a opção Menu Degustação, por volta de 100 euros. Vale cada centavo.

  3. Laura Says:

    ah, que bobagem, …
    brasileiro pobre tem essa mania de achar que é chique , viajado “un vrais gourmet” apenas se tiver provado de fígado , e comer isto em Paris, porque tem que ser em Paris, coitados..não sabe que a onda lá é ser biô, comer produtos naturais, dar valor aos produtos frescos, da terra, naturais…É um ranço …
    De coutro modo é coisa de nordestinos..
    Pra mim é coisa de gente ignorante mesmo, de gente cafona..
    Precisa ver as figurinhas que repetem essas frasesinhas copiadas , manjadas..batidas…

    • todososcaminhos Says:

      Laura,
      Cada um tem a sua opinião. Eu não tenho a pretensão de ser chique, muito menos de parecer uma parisiense chique. O Atelier não é considerado chique, é “informal”. Come-se em um balcão e por isso mesmo conhece-se as pessoas que estão ao lado, como em um boteco. É claro que não é barato, o chef Joel Robuchon é renomadíssimo e respeitado na gastronomia internacional.
      Quanto ao fígado, só soube depois o que havia comido. Foi a única vez e com certeza não repetirei porque não gostei do que li. Não falo francês e como vc deve saber, os restaurantes mais típicos da França não possuem cardápios em outras línguas. Portanto, tudo o que me era servido foi sempre uma surpresa, custasse 10 euros ou 100.
      Ah e detalhe, não sou brasileira 🙂 E qual é o problema em ser um brasileiro pobre que vai a Paris? Deverias vê-lo como uma oportunidade. Livre-se dos preconceitos.

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