Archive for the ‘Gastronomia’ Category

Paris – La Closerie des Lilas

27/04/2010

La Closerie de Lilas é uma Brasserie/Restaurante chiquérrima, indicada por uma tia meio francesa e que ia 2 vezes por ano à Paris (que chato :D).

Frequentado por Lenin, Trotsky, Hemingway, que inclusive escreveu uma boa parte de “O sol também se levanta” sentado no terraço do Closerie.

Mega tradicional, na noite em que visitamos aparentemente não havia forasteiros, éramos as únicas :). Foi o único lugar onde vimos só franceses e de acordo com a idéia que fazemos deles. É verdade que os frequentadores (e os garçons) tinham um certo ar esnobe, mas valeu e muito. O jantar estava perfeito, a sobremesa inesquecível e o atendimento impecável. Coisa de cinema mesmo. Merecia uma produção no visual já que estávamos meio detonadas depois do dia de tour intenso. Fica pra próxima.

Para quem ficou interessado: Blvd Montparnasse 171, metrô Vavin. (Mas ninguém chega a pé haha). Foi o único lugar que vimos em Paris com manobrista na porta!!

Vale do Loire – Cheverny com almoço

25/04/2010

Como já escrevi no post anterior, fizemos o passeio com a Cityrama, que incluia 3 castelos. Almoço opcional. Escolhemos o passeio sem almoço e no fim foi uma escolha errada. Tivemos que esperar muito para ser atendidos, enquanto nossos amigos de tour comiam felizes acomodados rapidamente pela nossa guia :x. A nossa creperia, aparentemente vazia e rápida,  tinha somente uma funcionária que fazia tudo, inclusive cozinhar. E perder tanto tempo para uma refeição durante um passeio guiado, em que o tempo já é escasso,  é um desperdício, mesmo sendo pra degustar um crepe e saborear uma taça de cidra, as especialidades da Bretanha.  

Com esta mensagem tão lindamente escrita fica difícil reclamar do atendimento sem se sentir um ogro.

Difícil reclamar do atendimento e não sentir-se um ogro após ler essa mensagem estratégica da creperia

A nossa viagem teve Paris como objetivo principal,  então foi muito bacana ter almoçado ali, ao lado do Castelo de Cheverny, uma amostra de cidadezinha francesa. Era apenas uma rua porém charmosa demais. 

   

A creperia express 😆 

  

O crepe integral com ovo mole. Bonito mas sem gosto 😦   

  Essa Cidra típica da região valeu a pena. A aparência é super artesanal e me fez lembrar a iTubaína 😀 Somente a aparência, calma 😆

  

Ao Castelo:  

Cheverny, dos 3 que conhecemos, me pareceu o menos castelo e mais mansão, talvez por não ser um castelo real. Parece mais moderno e bem conservado, a família ainda mora por lá. Gostei muito de ver os quartos (fora de uso) da família,  sala de jantar, coleções e antiguidades, tudo pensado para dar a impressão que os moradores acabaram de sair.   

  

A coleção de armas e armaduras fascinam os homens e crianças. Às vezes é difícil  acreditar que eram usados de verdade. Dureza!   

Paris – Le Train Bleu

21/04/2010

Este restaurante fica dentro da estação Gare de Lyon, de uma época em que era chiquérrimo frequentá-los. Pelo que entendi, hoje não é mais assim, mas o Le Train Blue mantém a boa comida e tradição além do lugar ser tudo o que a gente imagina sobre a Belle Époque francesa. Fantástico.

A entrada – Foi a coisa mais absurda que já comi. Abacate, pimenta com molho de tomate, grapefruit e gelatina, camarões e lagosta.

O Prato principal – Delícia! Salmão com um purê de tomate com amendoim e abobrinha. Huuum!

A Sobremesa – Escolhemos a sugestão do chef e nos serviram um sorvete com calda de damasco e essa espécie de bolachona feita por eles. Infelizmente não lembro os nomes dos pratos, mas pedimos o Menú do almoço, que inclui meia garrafa de vinho para cada, água e os 3 pratos. Total 48 euros.

Se quiser só conhecer, não se acanhe. São muitos os turistas que pedem para dar uma “olhadinha”. À tarde também é possível tomar um café ou chá da tarde. Meu sonho de consumo é o brunch aos domingos :D.

Tanto a estação Gare de Lyon como o restaurante aparecem no início do hilário “As férias de Mr. Bean” .

Paris – L’Atelier de Joel Robuchon

19/04/2010

Saímos do Arco, pegamos o Open Tour e descemos em St. Germain. Eu tinha feito as reservas por e-mail para o L’Atelier de Joel Robuchon, chef badalado e com 2 estrelas no Guia Michelin, recomendadíssimo pela Lina do Conexão Paris.

 

Como o sistema do L’Atelier é mais informal, os preços são mais “acessíveis”. Eu recomendo muito, foi a nossa melhor refeição, não só pelos sabores, mas pela apresentação, pelo lugar, as pessoas que conhecemos lá.

Vamos aos pratos.

A entrada – LA LANGOUSTINE – en papillotes croustillantes au basilic

Prato principal: LA CAILLE – au foie gras et caramélisée avec une pomme purée truffée

Sobremesa 1 – LA CHARTREUSE – en soufflé chaud avec une crème glacée à la pistache

Sobremesa 2 – LES TARTES – de tradition assorties

MMMMMMMMMM

Domingo em Paris – Montmartre

18/04/2010

Depois de visitar a St. Chapelle e desviar de um  pick-pocket 😀 pegamos o metrô Cité, em direção à Montmartre.

 
Descemos na estação Anvers e subimos uma rua cheia de comércio de souvenirs. Impossível errar o caminho, todo mundo vai na mesma direção. Fora Versalhes foi o lugar mais lotado que estivemos. Muita gente.
 

Preferimos subir à pé até a Sacré Coeur, porque a fila do funicular estava imensa.

 
As escadarias laterais são incríveis, apesar de cansativas. Minha mãe, de tanto admirar, levou um pequeno tombo. Ainda bem que não aconteceu nada, houve um princípio de efeito dominó, pelo número de pessoas que subiam  :).
 
 
Paramos várias vezes para descansar, tirar fotos. Na escadaria principal, bem embaixo da Igreja, havia um show de música pop com 2 cantores que se revezavam. Ficamos ali um tempo, tomando fôlego para continuar.

Tomando fôlego para continuar a subida

Place du Tertre

Depois de assistir à missa das 18 horas na Sacre Coeur, incrivelmente cantada por uma freira com uma voz de anjo e ouvir o famoso orgão de tubos, fomos à Place du Tertre, atrás da igreja, onde estão os pintores e retratistas mais famosos do mundo.
 

Eu pensava em comprar um quadro lá para a minha sala. Mas desisti ao ver os precitos 😀 Também não tive paciência de ser retratada 😀

Paramos para beber algo e não resistimos ao Waffle de nutella com chantilly. O que foi aquilo??

 
Descemos à pé até o metrô, por uma escadaria/rua que vai contornando a sacre Coeur. Chegamos ao hotel à meia-noite.
 

Domingo em Paris – Île Saint-Louis

18/04/2010

Seguimos até a Ilé St Louis, onde pretendíamos almoçar e talvez provar o famoso sorvete Berthillon.

Na rua principal há vários restaurantes pequeninos e escolhemos o que nos pareceu mais simpático. O Relais de L’Isle.

O cardápio do Le Relais de L’Isle

A entrada – Tartare de crudités au thon

Prato principal – Filet et pommes sautées

Sobremesa – Tarte au citron merengue

Acho que demos a maior sorte, pois a comida foi muito boa, farta e barata, para os padrões parisienses. E o atendimento foi um dos mais gentis da semana. A dona limpa as mesas, atende, serve, faz tudo! E sempre atenciosa, uma graça.

 O menu completo custou 16 euros, mas havia opções mais baratas e mais caras também. No total, pagamos 20 euros por pessoa, com as bebidas.

Sorvete Berthillon

A fila é sempre grande, porém rápida. Mas o sorvete acabou ficando para outro dia, estávamos satisfeitíssimas.

Café Les Deux Magots – St. Germain

17/04/2010

Depois de jantar na Brasserie Lipp, atravessamos a rua e chegamos ao Café Les Deux Magots, onde aproveitamos para provar as patisseries e finalizar nosso jantar com uma bela sobremesa.

Para escolher as patisseries, eles tem um sistema ótimo: o garçom traz uma bandeja com uma amostra de cada doce que eles tem. Adorei!

Aí foi fácil escolher, mas não me perguntem o nome. Eu acredito que era algo entre praliné e café, com massa folhada e chantilly. Divino.

A conta? Salgadíssima. 14 euros por pessoa, uma sobremesa e uma água. Mas fazer o quê? Pagamos pela fama do lugar, que vale a pena pela tradição.

Brasserie Lipp – St. Germain

17/04/2010

Com algumas indicações de brasseries/cafés de uma tia que já foi umas 20 vezes à Paris, caminhamos da Torre Eiffel até o Boulevard St. Germain. É longe!

Ela nos indicou lugares frequentados por franceses mesmo. Alguns são bens conhecidos e outros nem tanto. Neste dia, conseguimos matar 2 de uma vez só.

Paramos para comer na Brasserie Lipp, no Boulevard St. Germain. Super tradicional. Lembra um pouco o Café Tortoni, em Buenos Aires. Minha mãe ainda não tinha conseguido superar o fato de entrar com mochila e tênis num lugar tão lindo :D, então a entrada foi meio tímida.

A parte engraçada foi o cardápio. Talvez  por ser tradicional e frequentada por muitos locais, não tem NADA em inglês. O garçom não falava NADA de nenhuma outra língua :D, mas pelo menos foi simpático. Juro que eu tinha estudado um pouco os nomes de pratos, inclusive no resto da semana me virei bem, mas lá…que horror, não sabíamos nem o que pedir!!! Acabamos fazendo o que muita gente faz, pedindo o que os da mesa ao lado estavam comendo :P.

Erramos feio. Entramos num lugar super tradicional e acabamos comendo bife com batatas-fritas!! Estava ótimo, mas não era o que esperávamos do nosso primeiro jantar :D.

Mas deixo claro que a culpa pela má escolha foi somente nossa. A Brasserie Lipp é excelente.

Iberostar Bahia – Vila Praia do Forte

17/04/2010

Depois de comer e beber, ir à piscina, beber e comer, ir à piscina 😀 cansamos dessa vida e resolvemos caminhar. Fomos à Vila Praia do Forte e ao Projeto Tamar.

A Vila Praia do Forte é uma fofura e a rua principal parece cenário. Muito agradável passear por lá.

Capela de São Francisco de Assis, cartão postal da Praia do Forte.

Quero que a minha agência bancária seja assim!

Uma paradinha para provar um clássico da Praia do Forte, o bolinho de peixe do Bar do Souza. Recomendado. Só não recomendo almoçar no Iberostar e depois sair para comer o bolinho 😀