Archive for the ‘Igrejas’ Category

Mont St Michel – Normandia

06/07/2010

Com um dia livre sem roteiro definido, tínhamos 3 alternativas: flanar por Paris, ir a Londres por um dia via TGV ou passar o dia no Mont St Michel.

Deixei por conta da minha companheira de viagem, já que estávamos lá realizando desejos e fomos para a última opção.

Para otimizar o tempo e relaxar um pouco, era nosso penúltimo dia de viagem, fomos com a Cityrama. O preço é meio salgado, por volta de 150 euros, mas inclui um bom almoço com vista para o Monte e passei as minhas melhores horas de sono na França no trajeto até lá.

Pelo caminho:

O almoço, no Restaurant  Sur Le Mont St Michel, regado a Cidre Brut:

Entrada: Omelete típica da região, com um sabor diferente e levinha.

O prato principal: Foie Gras.

A sobremesa: Tarte de banana.

Caminhando em direção ao Monte, com o Canal da Mancha ao lado esquerdo.

Vista do alto do Monte, antes da maré subir

Enquanto se sobe até o topo do Monte há lojinhas, Museus, restaurantes e hotéis pelo caminho

O Mont Saint Michel fica bem distante de Paris, 360 km. Neste completíssimo post da Maria Lina, do Conexão Paris, todas as informações práticas. Então é bom ter claro que a melhor opção é passar pelo menos uma noite por lá, mesmo assim recomendo ainda que na correria, o lugar é mágico e único.

Até a próxima St Michel!

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Domingo em Paris – Montmartre

18/04/2010

Depois de visitar a St. Chapelle e desviar de um  pick-pocket 😀 pegamos o metrô Cité, em direção à Montmartre.

 
Descemos na estação Anvers e subimos uma rua cheia de comércio de souvenirs. Impossível errar o caminho, todo mundo vai na mesma direção. Fora Versalhes foi o lugar mais lotado que estivemos. Muita gente.
 

Preferimos subir à pé até a Sacré Coeur, porque a fila do funicular estava imensa.

 
As escadarias laterais são incríveis, apesar de cansativas. Minha mãe, de tanto admirar, levou um pequeno tombo. Ainda bem que não aconteceu nada, houve um princípio de efeito dominó, pelo número de pessoas que subiam  :).
 
 
Paramos várias vezes para descansar, tirar fotos. Na escadaria principal, bem embaixo da Igreja, havia um show de música pop com 2 cantores que se revezavam. Ficamos ali um tempo, tomando fôlego para continuar.

Tomando fôlego para continuar a subida

Place du Tertre

Depois de assistir à missa das 18 horas na Sacre Coeur, incrivelmente cantada por uma freira com uma voz de anjo e ouvir o famoso orgão de tubos, fomos à Place du Tertre, atrás da igreja, onde estão os pintores e retratistas mais famosos do mundo.
 

Eu pensava em comprar um quadro lá para a minha sala. Mas desisti ao ver os precitos 😀 Também não tive paciência de ser retratada 😀

Paramos para beber algo e não resistimos ao Waffle de nutella com chantilly. O que foi aquilo??

 
Descemos à pé até o metrô, por uma escadaria/rua que vai contornando a sacre Coeur. Chegamos ao hotel à meia-noite.
 

Domingo em Paris – Saint Chapelle

18/04/2010
Depois do almoço fomos até a St. Chapelle, considerada uma das maiores obras-primas do estilo gótico. Fica ao lado da Estação de metrô Cité e dentro do Conjunto de prédios onde também se encontra o Palais de Justice.
 

A Capela inferior era destinada aos plebeus, enquanto que a superior era para os nobres e a família real. Mas gostei muito dela. LINDA!

 

 
 
 
Aqui tive meu primeiro desconto com a carteirinha de teacher.
A STB, que faz as carteirinhas internacionais de estudante, também tem a carteirinha do professor, custa 35 reais e oferece vários descontos, principalmente fora do país. Eu consegui desconto em TODOS os museus de Paris, com exceção do Louvre, onde a atendente me perguntou se eu era professora de artes. Falei a verdade e tive que pagar os 9 euros :P. Mas parece que no Louvre é meio de Lua, depende de quem te atende. Recomendo, principalmente pra quem viaja para a Europa, onde qualquer euro economizado vale a pena. Eu economizei 30 euros no total, já incluído o gasto do investimento (35 reais).

Domingo em Paris – Notre Dame

18/04/2010

Passamos a manhã toda na Ilé de Cité – Notre Dame (grátis).

Enquanto o padre reza a Missa, centenas de pessoas visitam a Catedral circulando em silêncio.

Visitamos também a Crypte Archéologique (6 euros), em frente à Notre Dame. Lá vimos ruínas de casas antigas de Lutèce.

Não subimos até as gárgulas porque escolhemos subir apenas a alguns dos monumentos em Paris, para poupar nossos pés em filas intermináveis e escadas imensas.

Passeamos pela Square Jean XXIII, ao lado da catedral e vimos muitas crianças por aqui.

Primeiro domingo em Paris

17/04/2010

Nosso primeiro domingo e dia inteiro em Paris, planejado há tantos meses, foi mais do que perfeito. Como imaginei que chegaríamos ansiosas por conhecer os cartões-postais da cidade, começamos por eles.

A idéia era passar a manhã na Ile de Cité e a tarde, em Montmartre. Mas fizemos um pouco mais do que isso.
Descemos na estação Sentier, que foi escolhida na sorte, porque eu não queria chegar direto até a Ile de Cité (Metro Cité), preferi chegar aos poucos, flanando pelas ruas da cidade. Nesta estação de metrô, ficamos meio perdidas e tomamos à direita pela Rue Reamur. Escolhemos outra rua ao acaso, para ir direto ao Rio Sena, Rue des Petits Carreaux que depois continua como Montorgueil.

E fomos surpreendidas por uma rua adorável, cheia de comércio, com franceses autênticos, coisa rara em julho, tomando seu café da manhã, comprando queijo nas fromageries, cenário digno dos sonhos da minha mãe! Foi muito bacana.

 

No final dessa rua, encontramos a Eglise St. Eustache.

Até aí eu nem sabia onde estava. E  na esquina da Rue Montmartre, havia uma feira livre! Um senhor espanhol estava vendendo paella na feira, mas acabei escolhendo os falafels, que nunca tinha provado, uma delícia.

Voltamos até a Igreja St. Eustache e demos de cara com L’Ecoute, a cabeça de Henri de Miller. Eu queria tanto vê-la e já tinha até me conformado que não seria dessa vez 😦  porque estava muito fora de mão do roteiro (!). 

Em frente à Igreja e à escultura há um jardim lindo, meio esquecido pelos guias e que é lindíssimo.

Iberostar Bahia – Vila Praia do Forte

17/04/2010

Depois de comer e beber, ir à piscina, beber e comer, ir à piscina 😀 cansamos dessa vida e resolvemos caminhar. Fomos à Vila Praia do Forte e ao Projeto Tamar.

A Vila Praia do Forte é uma fofura e a rua principal parece cenário. Muito agradável passear por lá.

Capela de São Francisco de Assis, cartão postal da Praia do Forte.

Quero que a minha agência bancária seja assim!

Uma paradinha para provar um clássico da Praia do Forte, o bolinho de peixe do Bar do Souza. Recomendado. Só não recomendo almoçar no Iberostar e depois sair para comer o bolinho 😀

Iberostar Bahia – Passeio a Salvador

17/04/2010

Como não conhecíamos Salvador, fizemos o passeio sugerido pela agência encarregada do traslado. Fomos com um guia particular e apesar da correria conseguimos captar um pouco da essência dessa cidade. Uma espécie de trailer para atiçar a volta 😀 

Nossa primeira parada foi no Farol da Barra. Me surpreendi com a minha própria emoção de estar ali.     

Seguimos para o Elevador Lacerda e finalmente entendi a Cidade Alta e a Cidade Baixa. 

  

  

 Mas o Plano Inclinado Gonçalves foi o que me chamou a atenção. Muito parecido aos elevadores de Valparaiso, no Chile. 

  

  

 Continuamos o tour a pé e fomos à Igreja São Francisco e ao Pelourinho. 

 

  

  Interior da Igreja de São Francisco, em reforma. 

O famoso Pelourinho. Aqui gostaria de ter ficado mais tempo e mais livre, sem a pressa do guia. 

  

  

Final do tour: parada na Igreja de Nosso Senhor do Bonfim

  

 Sala dos Milagres 

  

  

 Ainda deu tempo de parar no Dique do Tororó e conhecer os outros orixás do artista plástico Tati Moreno. O Iberostar Bahia tem 2 no lobby. São impressionantes e imponentes. Infelizmente as fotos não ficaram boas, a luz não favoreceu, nem o nosso fotógrafo-guia :D. Então aí vai uma mostra dos orixás que vimos no Iberostar. 

  

 Valeu a pena? Valeu porque não conheciamos a cidade, que é imperdível. Caso contrário, acho a diária do resort muito alta para “perder” um dia fora. Nesse caso, melhor hospedar-se num hotel bbb ou pousada mais charmosa e sair por aí. Para mim, resort é O destino em si. A sensação que fica é que se está perdendo o que se pagou, o tal do All Inclusive. 

 Ficamos com muita vontade de voltar a Salvador e passar uns dias na cidade.